Me consome a cada instante em que o sinto .. me aperta aquele órgão que fica no peito e pulsa como uma bomba relógio prestes a explodir diante dessa sensação; Pra falar a verdade, esse velho coração bate mais espremido quando tenho essa sensação .. é isso .. não é que ele pulse mais rápido .. é que eu o sinto esmagado cada vez que esse sentimento me invade.
Não deveria, mas é como um sentimento de perda, de impotência .. de saudade de não se ter presença. Às vezes eu até tento dar outro nome pra isso que me inunda em tantos momentos de minha vida, mas no íntimo .. eu devo saber que isso é realmente isso, não dá pra dar outro nome, mais feio .. ou mais bonito'. Outras vezes eu desejo não sentir isso, mas tantas outras no júri da minha mente me faço absolvida, me dou crédito, acredito que estou com a razão. Me faço réu de meus próprios ideais, mas justifico cada parte desse triste sentimento.
Mas é que já não consigo me desfazer do pobrezinho [pobrezinha de mim!] .. porque é algo que me é companheiro desde o princípio de minha existência hoje cansada dessa companhia .. cansada das feridas que ela traz consigo, dos medos implícitos nela .. das dores causadas por ela'. Poderia terminar dizendo que estou livre, que já não sinto mais esse aperto, que já nem lembro como se instala esse sentimento ao qual me refiro, mas não posso, pois a minha inspiração de agora fora nada mais do que proporcionada por ele .. e ao menos neste instante eu teria que lhe agradecer pelas palavras concedidas a mim aqui .. mas prefiro pedir-lhe: tem dó .. somente um pouco de compaixão desse coração apertado .. CIÚME !
Não deveria, mas é como um sentimento de perda, de impotência .. de saudade de não se ter presença. Às vezes eu até tento dar outro nome pra isso que me inunda em tantos momentos de minha vida, mas no íntimo .. eu devo saber que isso é realmente isso, não dá pra dar outro nome, mais feio .. ou mais bonito'. Outras vezes eu desejo não sentir isso, mas tantas outras no júri da minha mente me faço absolvida, me dou crédito, acredito que estou com a razão. Me faço réu de meus próprios ideais, mas justifico cada parte desse triste sentimento.
Mas é que já não consigo me desfazer do pobrezinho [pobrezinha de mim!] .. porque é algo que me é companheiro desde o princípio de minha existência hoje cansada dessa companhia .. cansada das feridas que ela traz consigo, dos medos implícitos nela .. das dores causadas por ela'. Poderia terminar dizendo que estou livre, que já não sinto mais esse aperto, que já nem lembro como se instala esse sentimento ao qual me refiro, mas não posso, pois a minha inspiração de agora fora nada mais do que proporcionada por ele .. e ao menos neste instante eu teria que lhe agradecer pelas palavras concedidas a mim aqui .. mas prefiro pedir-lhe: tem dó .. somente um pouco de compaixão desse coração apertado .. CIÚME !

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